Clube noturno para cães faz sucesso em Nova York

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Verão, sábado à noite, balada com os amigos e muita diversão. Parece tudo perfeito para curtir mais um final de semana. Mas aí sua consciência pesa, pois seu melhor amigo peludo vai ficar em casa sozinho outra vez enquanto você se diverte. Pensando nessas pessoas e em seus cachorros, empresários de Nova York criaram uma casa noturna para cães em Manhattan. O Fetch Club atende a sua clientela canina servindo na tigela bolinhos de carne e bebidinhas feitas com caldo de frango e batatas. Para os donos, um drink ou um café.
Com 930 metros quadrados, o estabelecimento também oferece serviço de hospedagem e um SPA, onde os cães têm direito a banhos relaxantes, tratamentos com máscaras faciais de lama, serviço de manicure e refeições caseiras. Além desse mimo, o Fetch Club comercializa roupas e brinquedos em uma butique luxuosa com peças moderninhas para os bichinhos.
Se você acha que tudo isso parece besteira, então muitos nova-iorquinos provavelmente não concordariam com sua opinião.  O clube faz sucesso até mesmo no Facebook e já conta com quase 2 mil amigos na rede social. E olha que esse estilo de vida não é nada barato: além da taxa de adesão de US$ 300  anuais, toda vez que um visitante chega com seu amigo, tem que tirar do bolso US$ 25.
Para os que gostam da ideia, é uma pena que o Fetch Club fique um pouco longe, não é mesmo? Mas e se a novidade chegasse por aqui, você levaria seu pet para uma noitada na sua companhia?
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são Bernardo

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Personalidade Problemas comuns à raça Sobre o São Bernardo O Filhote Padrão  
 
bernardo-corel.jpg (12011 bytes)O São Bernardo é uma raça bastante antiga, desenvolvida a partir do cruzamento de antigos molossos romanos, que chegaram à região dos Alpes com as tropas romanas. Contribuíram para sua constituição atual, bastante diferente dos cães originais que eram menores e sempre de pêlo curto, o Dogue Alemão, o Bloodhound e o Mastiff.
É impossível falar nos São Bernardo sem falar dos monges que praticamente garantiram a existência da raça. Estes monges eram os responsáveis e moradores do Hospice du Grand St. Bernard, um monastério localizado num dos pontos mais altos das montanhas e passagem obrigatória para os viajantes que precisavam cruzar os Alpes.
Segundo vários historiadores, a adoção dos cães pelos monges aconteceu por volta de 1660. Num primeiro momento, os cães eram usados para a guarda da propriedade. A primeira missão em que participaram como auxiliares no salvamento de viajantes aconteceu, apenas no século XVIII. A partir daí, e do trabalho de treinamento dos cães realizado pelos monges, a fama de cão de salvamento e resgate do São Bernardo não parou de crescer. Além de encontrar vítimas soterradas, o cão devia buscar ajuda no monastério quando o monge que o acompanhava (chamado de marronier) ou a vítima não conseguisse mais andar pelas montanhas.
Canil Capo MagiorePara realizar todas essas tarefas, num ambiente hostil e sujeito a baixíssimas temperaturas, era essencial que o cão fosse robusto, tivesse um excelente faro e que sua pelagem servisse como isolante térmico. E na busca por essas características, os monges desenvolveram o São Bernardo que conhecemos hoje.
No entanto, ao contrário da grande maioria das representações desses ‘anjos dos alpes’, em que eles quase sempre aparecem portando um pequeno barril no pescoço, eles nunca utilizaram esse adereço durante suas missões de salvamento. Segundo alguns textos, a estratégia de salvamento utilizada pelos cães envolvia até 4 animais simultaneamente: quando encontravam a vítima, dois cães deitavam lado a lado com a pessoa a fim de mantê-la aquecida. Um terceiro cão lambia-lhe a a face, tentando reanimá-la e um quarto cão retornava ao monastério para buscar ajuda.
De todos os cães criados e treinados pelos monges, destaca-se Barry. Um valente São Bernardo que salvou mais de 40 pessoas durante sua vida (saiba mais sobre Barry na nossa seção de curiosidades).
Ademivas Herkules.jpg (15853 bytes)O São Bernardo, assim como algumas outras raças, foi muito prejudicado pelas guerras na Europa e, para evitar que a raça sumisse devido à alta consanguinidade entre os exemplares, os monges foram obrigados a acasalar seus cães com exemplares de outras raças, principalmente com os Terranova. Foi a partir destes cruzamentos que surgiu a variedade de pêlo longo, que eram enviados pelos monges para outros criadores, uma vez que esse tipo de pelagem não era adequada ao trabalho de salvamento por acumular neve e umidade.
Com o desenvolvimento da região e a construção de estradas, os São Bernardo perderam sua função inicial e hoje continuam sendo criados pelos monges apenas como parte da tradição do monastério. Mas, felizmente, esses ‘anjos dos alpes’ já haviam encontrado muitos admiradores pelo mundo todo, o que garantiu a sobrevivência e popularização da raça. Prova disso são as inúmeras aparições do São Bernardo em filmes como Beethoven (1 e 2) e no papel de ‘ama-seca’ de Peter Pan.


Até em razão de sua função original, o São Bernardo se destaca pela docilidade. Segundo dados de um estudo da FCI publicado pela revista Cães e Cia, a raça é considerada a "mais sociável com estranhos". Essa afirmação baseia-se na comparação com outras raças quanto à reação do cão à invasão de seu território. De acordo com o estudo, enquanto um Mastiff ataca em 50 a 75% das vezes em que o seu território é invadido, o São Bernardo só o faz em 25%.
Mas apesar disso, o São Bernardo é usado como cão de guarda por sua excelente capacidade em dar o alarme e por possuir um porte gigantesco, o que acaba desestimulando a entrada de pessoas ‘não-autorizadas’.
Justamente por possuir uma constituição bastante pesada, é recomendável que receba o adestramento de obediência desde cedo, já que controlá-lo depois de adulto e pesando mais de 90 Kg não é tarefa fácil.
Na classificação de Stanley Coren, em seu livro "A Inteligência dos Cães", o São Bernardo ocupa a 65ª posição, o significa que o dono precisa ser bastante paciente para que obtenha bons resultados no adestramento.
Para que se desenvolva de forma adequada, o São Bernardo precisa de espaço para movimentar-se e, principalmente, de contato com as pessoas da casa. Não é um cão que possa ser deixado no ‘fundo do quintal’.


Por ser uma raça de crescimento muito rápido, os filhotes precisam receber um acompanhamento cuidadoso, especialmente quanto aos ossos e musculatura.
O filhote deve receber a melhor ração possível, que garanta os níveis adequados de proteínas e cálcio, procurando evitar os problemas decorrentes de uma alimentação deficiente, como a descalcificação e evitar o surgimento da displasia.
No entanto, qualquer suplementação de vitaminas e cálcio só deve ser feita com a orientação do veterinário, uma vez que o excesso destes componentes também causa problemas no desenvolvimento do filhote.
É muito importante que o dono ensine ao filhote os comportamentos desejáveis e repreenda os indesejados, estabelecendo limites claros para o cão desde cedo.
Para a escolha de um filhote, deve-se dar preferência aos maiores, mais pesados, com cabeças grandes, boa movimentação e com a máscara preta na cara.


Imagem do site Canil Bernardo de Menton

Os principais problemas comuns aos São Bernardo são, principalmente, relativos ao seu porte físico, entre eles:
  • Displasia coxo-femural, má formação do encaixe da cabeça do fêmur com a bacia. Na Suíça, o clube da raça trabalha pelo controle do problema e, para poder cruzar um São Bernardo, é preciso antes obter uma autorização conseguida depois que o cão é examinado por três juízes que também analisam suas radiografias.
  • Câncer ósseo – pode afetar os São Bernardo a partir dos cinco anos. Especula-se que essa predisposição seja fruto da carga hereditária aliada à conformação óssea da raça. Os sintomas são dor e inatividade, que aparecem com o estado adiantado da doença.
  • Torção gástrica - outro problema que pode acometer o São Bernardo em função de seu tamanho. Para prevenir esse mal, é fundamental que o cão não receba toda comida do dia de uma vez só e evitar que faça esforços físicos logo após as refeições.
 Outros problemas comuns à raça:
  • Entrópio – quando a pele que encobre parte da vista. Essa característica costuma aparecer a partir dos três meses de vida, deixando os olhos irritados e vermelhos, com lacrimejamento excessivo. A correção é cirúrgica.
  • Algumas linhagens apresentam epilepsia, mal genético sem cura que provoca convulsões e pode ser controlado com medicamentos. Aparece depois dos 3 anos de idade. Recomenda-se não reproduzir o cão portador de males hereditários para não disseminar os problemas.
  • Alguns cães podem apresentar ainda dermatites, causadas pelo acúmulo de umidade sob a pelagem do cão.
  • A conformação de suas orelhas, também pode propiciar o surgimento de infecções de ouvido. Para a prevenção deste problema, é recomendável manter sempre a limpeza dos ouvidos.

   
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Staffordshire Bull Terrier – Depoimento canil Hardface

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O SeuCachorro! Apoiando a divulgação das raças de cães, raz para você um depoimento sobre o Staffordshire Bull Terrier, enviada pelo Canil Hard Face Kennel.

“STAFFORDSHIRE BULL TERRIER

  • SUA HISTÓRIA
staffordshire bull terrier

Os Antigos Bulldogs eram usados em combates contra touros e ursos, esses combates eram chamados de BLOOD SPORTS (esportes sangrentos) ou BULL BAITING (lutas contra touros).


Esses esportes eram realizados em arenas, mas com a proibição do BULL BAITING, em 1935 surgiram as lutas clandestinas entre cães, as arenas por serem muito grandes


Ficava difícil continuar com a pratica ilegal, pois chamavam muita atenção. Os combates entre cães ocupavam espaços muito menores e ficava fácil fugir das autoridades.


Os organizadores perceberam que faltava agilidade, resistência e determinação no ANTIGO BULLDOG que pesava entre 30 e 45 dias. Com a introdução de alguns TERRIES Ingleses o objetivo foi alcançado. Resultado cães menores, mais ágeis, resistentes e determinados com grande força e muita musculatura. Esse cão teve o nome de BULL AND TERRIER.
Com o crescimento da cinofilia, um grupo de Ingleses, residentes de uma cidade chamada Staffordshire, daí a origem do nome. Selecionaram um cão com múltiplas aptidões sem agressividade contra animais, pois queriam uma raça para shows (exposições).
Em 1935 foi oficialmente reconhecido como raça, Em 1938 foi realizada a primeira especializada, E em 1939 foi estabelecido o padrão adotado até os dias de hoje pela FCI. Vale ressaltar que mesmo o BULL AND TERRIER, apesar da agressividade contra animais, sempre foi muito carinhoso com seres humanos, inclusive viviam dentro das casas, junto das famílias.

staffordshire bull terrier
  • BOM PARA CRIANÇAS


A raça é sem dúvida uma das mais indicadas para conviver com crianças, são afetuosos, especialmente com crianças, cita o padrão.


Na Inglaterra seu país de origem possui o apelido de NANNY DOG, que tem o significa babás de crianças. Se você pesquisar em todo o mundo vai ouvir falar do STAFFBULL como BOM PARA CRIANÇAS.

  • SE ADAPTAM A APARTAMENTOS


São muitas as vantagens da raça quando falamos em pequenos espaços para o STAFFBULL.


Quase não latem, é sem dúvida um ponto importantíssimo para quem está procurando um cachorro para viver em apartamentos. Mas não para por aí, são médios, de pêlo curto, obedientes, educados e controlados.


Aprendem com muita facilidade a fazer suas necessidades no local certo, ou a pedir para ir a rua.

  • MAIS UM MEMBRO DA FAMÍLIA


Da criança ao idoso, carismático, simpático e carinhoso – Quem resiste?


É impressionante o poder que o STAFFBULL possui de agradar as pessoas.


Estão sempre alegres prontos para agradar, procuram uma maneira de chamar a sua atenção e não fazem cerimônia, estão sempre muito à vontade.

  • PARTICIPAM DE TERAPIAS


Não só os pacientes se beneficiam das visitas dos STAFFBULLS, terapeutas, acompanhantes, donos dos cães e todos que participam direta ou indiretamente das visitas ficam ansiosos esperando o dia da visita, Pois quando chegam levam alegria. Os próprios STAFFBULLS adoram participar das terapias.


As patologias podem ser de origem física, mental ou emocional.


Foram feitos testes em penitenciárias e os resultados foram promissores.

  • ESCOLAS E ASILOS


Além dos hospitais os STAFFBULLS também visitam escolas e asilos.


Nas escolas participam auxiliando no ensinamento. as notas melhoram e os alunos ficam mais atentos


Também é ensinado como devemos tratar, alimentar e amar os seres vivos.

  • NOS ESPORTES

São campeões de agility, flyball, heelwork to music, working trials e tração.


Também são campeões de obediência e conformação.


São ágeis, ativos, musculosos, fortes e resistentes. Essas características fazem a raça se destacar nos esportes não só pelos resultados mas também pela simpatia que possuem.


São atletas natos, gostam muito de exercer atividades físicas, desde simples caminhadas até exercícios específicos como treinamentos em esteira, natação, pista de areia e muitos outros.

  • DEFINIÇÃO


Como definir os STAFFBULLS em uma só palavra.

Staffordshire bull terrier
Simpaticos, essa seria a minha definição, mas a grande maioria do STAFFBULLS, também adoram dar e receber muito carinho.


Muitas pessoas acham que os STAFFBULLS, são cães de guarda, mas isso só pela aparencia.


Eu sempre exemplifico a raça, para as pessoas que não o conhecem, como:

  • Aparência de Pit Bull
  • Tamanho de Cocker
  • Temperamento de Labrador


São mais ou menos isso.”
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Homens que tem cachorro fazem mais sucesso com as mulheres

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Homens que tem cachorro fazem mais sucesso com as
Todo mundo já sabia, mas agora a comprovação é científica. Cachorros ajudam as pessoas a melhorar suas interações humanas. Melhor, ajudam os homens a terem mais chances com as mulheres.
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Perguntar se o cachorrinho tem telefone pode mesmo ser uma ótima cantada.No final de 2008, os franceses Nicolas Guéguen e Serge Ciccotti publicaram no jornal "Anthrozoos", o resultado de experimentos que levavam em consideração a companhia ou não de um cachorro. E os resultados, apesar de não surpreenderem, mostram o poder dos cãezinhos para a aproximação das pessoas.
No primeiro teste, um homem pediu dinheiro na rua para 80 pedestres. Sem o cachorrinho, apenas 9 doaram. Com o peludo, 28! Mulheres levaram a melhor nessa. Quando uma pediu dinheiro com o bichinho ao lado, mais da metade dos 100 abordados fez doações, de valores ainda maiores.
No outro teste, um homem derrubou moedas no chão para ver se as pessoas pegariam para ele. De 40, 23 ajudaram quando ele estava desacompanhado. O número subiu para 35 quando tinha um cãozinho na guia.
Mas o melhor mesmo foi o teste do telefone - já que os dois acima envolvem fatores como humanidade e solidariedade. Nesse último, jovens mulheres foram abordadas na rua por um homem que pedia seu telefone. Apenas 11 de 120 deram o número quando o cidadão estava sem o melhor amigo. E 34 passaram o contato quando viu que o cara de pau tinha um cachorro. É mole!
Guéguen e Ciccotti concluíram que a presença do cachorro estava associada a uma alta taxa de bondade e confiança. "Está é uma descoberta incrível. A facilidade de um homem conseguir o telefone de uma mulher é três vezes maior se ele tiver a companhia de um cachorro!" E é mesmo.

O Vila Dois perguntou para algumas mulheres a opinião e adivinhe? Unanimidade. Se o gato tiver um cachorro, ganha o coração da moça rapidinho! "A gente já pressupõe que eles são mais sensíveis se dizem que tem um", afirmou Mariana, de 26 anos. "E dá a impressão de mais responsabilidade também, já que ter um animal de estimação demanda cuidados especiais", completou Roberta, de 30.
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